Você não é a única pessoa que cobre a boca com a mão ao rir. Muita gente evita fotos, fala pouco em reuniões e deixa de sorrir por causa de dentes que faltam. O ponto de partida é um só: uma avaliação completa, em que o dentista olha a boca inteira e explica as opções, sem pressa e sem obrigação de começar nada naquele dia.
Por que é tão difícil dar o primeiro passo?
A vergonha costuma vir acompanhada de outras preocupações. Medo de dor, medo de ouvir que "não tem mais jeito", receio do valor e vergonha de mostrar a boca para alguém.
Com o tempo, adiar vira hábito. E enquanto isso, a boca muda: o osso onde faltam dentes diminui, e os dentes vizinhos se inclinam para o espaço vazio.
A falta de dentes também pesa no dia a dia. Mastigar fica difícil, algumas comidas saem do cardápio e a fala pode mudar. Não é vaidade querer resolver isso: é saúde e qualidade de vida.
Reconhecer esse ciclo já é metade do caminho. A outra metade é marcar a consulta.
O que acontece na primeira avaliação?
A primeira consulta é mais conversa do que tratamento. Em geral, ela inclui:
- Perguntas sobre sua saúde, remédios e hábitos.
- Exame dos dentes que restaram e da gengiva.
- Radiografias ou pedido de tomografia.
- Uma explicação das opções, com vantagens e limites de cada uma.
Você pode contar logo de cara que tem vergonha ou medo. Isso ajuda o dentista a ir no seu ritmo.
Em que ordem o tratamento costuma acontecer?
Cada caso é um caso, mas a lógica costuma ser parecida:
- Urgências. Dor, infecção, dente quebrado ou com pus são tratados primeiro.
- Gengiva. Se houver sangramento, tártaro ou doença da gengiva, ela é tratada antes de qualquer prótese ou implante.
- Decisão sobre os dentes que restaram. Alguns podem ser salvos; outros, não.
- Provisórios. Para você não ficar sem dente enquanto o definitivo é feito.
- Reposição definitiva. Implantes, coroas, pontes, roach ou dentadura fixa, conforme o plano.
- Manutenção. Revisões para o resultado durar.
Se você perdeu vários dentes, o texto perdi vários dentes: por onde começar o tratamento detalha essa ordem.
Vou ficar sem dente durante o tratamento?
Essa é uma das maiores preocupações de quem já tem vergonha de sorrir. Na maioria dos casos, a resposta é não.
Existem várias opções de provisório:
| Situação | Provisório possível |
|---|---|
| Falta um dente da frente | Dente provisório colado nos vizinhos ou sobre o implante |
| Faltam alguns dentes | Prótese removível provisória |
| Vai tirar todos os dentes | Dentadura provisória ou dentes fixos no mesmo dia |
Os dentes fixos no mesmo dia dependem do osso e de quanto o implante fica firme na cirurgia. Veja mais em vou ficar sem dente enquanto o implante cicatriza?.
E se meus dentes estiverem moles e feios?
Dentes que amolecem e se afastam muitas vezes estão assim por doença da gengiva. Em alguns casos, o tratamento de gengiva ajuda a firmar parte deles e a salvar dentes que pareciam perdidos.
Quando não dá para salvar, o dentista explica por quê. Aí o plano passa a ser repor os dentes da forma mais estável possível, com implante dentário ou prótese.
Onde fazer em Teresina?
Em Teresina, a Lucas Queiroz Odontologia fica na Av. Alzira Pedrosa, 647, no bairro Noivos. O atendimento é do Dr. Lucas Araujo Queiroz (CRO-PI 1951), periodontista e implantodontista, mestre e doutor em Periodontia pela FOP/UNICAMP. A formação dele reúne justamente os dois primeiros passos de quem quer voltar a sorrir: cuidar da gengiva e repor os dentes perdidos.
Quando procurar o dentista?
Marque logo sua avaliação se você tiver:
- Dor, inchaço ou pus em algum dente ou na gengiva.
- Dentes mexendo ou se afastando.
- Gengiva que sangra com frequência.
- Dificuldade para mastigar ou falar.
- Dentadura que solta, machuca ou deixa você inseguro.
Em resumo
- A vergonha de sorrir é comum e tem solução na maioria dos casos.
- O primeiro passo é uma avaliação completa, sem compromisso.
- O tratamento costuma seguir uma ordem: urgências, gengiva, provisórios e reposição.
- Na maioria dos casos, dá para não ficar sem dente no caminho.
- Quanto antes a avaliação, mais opções costumam existir.
Perguntas frequentes
O dentista vai me julgar pelo estado da minha boca?
Não deveria. Dentistas atendem todos os dias pessoas que ficaram anos sem tratamento, por medo, falta de tempo ou dinheiro. O foco é resolver daqui para a frente.
Preciso fazer tudo de uma vez?
Não. O tratamento pode ser dividido em etapas, começando pelo que é mais urgente ou mais visível. Isso ajuda a organizar o tempo, a recuperação e o orçamento da família.
Vou ficar banguela durante o tratamento?
Na maioria dos casos, não. Existem provisórios fixos e removíveis para usar enquanto os implantes cicatrizam ou a prótese é feita. O tipo depende do seu caso.
Faz diferença esperar mais um pouco?
Faz. Depois que o dente cai, o osso daquela região vai diminuindo com o tempo. Os dentes vizinhos também se mexem. Quanto antes a avaliação, mais opções costumam existir.
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A avaliação presencial, com exame e, quando preciso, tomografia, é o que define o melhor caminho para o seu caso.
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